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01 de abril de 2013, às 23h44min
Respondida
Brasília - DF

DI ROMA VACATION CLUB - ENGANAÇÃO

Direito de Arrependimento e Cancelamento de Contrato com base legal No dia 31 de março de 2013 estava em Caldas Novas - GO com minha esposa e meus dois filhos. Estávamos no diRoma AcquaPark, quando fomos abordados por um promotor de marketing, o qual habilmente nos induziu a comparecer a uma reunião promocional que duraria no máximo 30 a 40 minutos, onde seriam divulgados maiores detalhes sobre as vantagens e comodidades oferecidas pelo Grupo diRoma (di Roma Vacation Club), e que no final seríamos contemplados com um brinde, 3 diárias em qualquer hotel do grupo ou quatro refeições, pelo simples fato de aceitarmos comparecer a essa reunião, ainda nos sugeriu deixarmos nossos filhos em uma sala jogando vídeo game durante a palestra. Lá comparecendo, fomos rodeados por diversas funcionárias super simpáticas que já foram logo nos ofereceram sucos, salgados e água e depois nos conduziram a uma moça que começou a nos entrevistar. Ela procurou extrair o máximo de informações sobre as nossas condições socioeconômicas, seguindo-se uma exposição sobre um empreendimento hoteleiro do grupo di Roma chamado di Roma Vacation Club. Por meio de fotos no tablet da consultora de turismo nos foi proposto um plano de férias onde receberíamos 600.000, onde cada viagem feita seria debitado um numero "X" de pontos. Esse plano poderia ser usado tanto na rede di Roma como em vários hotéis conveniados no Brasil e no Exterior. Como não manifestamos interesse devido ao alto valor do investimento, ela ofereceu outro pacote de 150.000 pontos onde o investimento era menor, porém, não tivemos interesse. Na continuidade, esta mesma consultora de turismo, convidou o supervisor de vendas Marcos Fernando de Souza Gennari, a fazer uma explanação sobre as formas de pagamento e sanar dúvidas sobre os benefícios a qual teríamos direito caso adquirisse o certificado di Roma Vacation Club. Como parte da estratégia de marketing, muito bem arquitetada, é importante que se diga, nos foi oferecido um kit perfume, uma bolsa de viagem e 3 (três) diárias em qualquer hotel da rede di Roma. Diante da nossa manifestação de total incapacidade financeira, tornou-se notória a mudança de estratégia na abordagem do assunto. Com muitos argumentos sutis e persuasivos a favor das vantagens em se adquirir o produto, vimos nossa defesa sendo minada por propostas cada vez mais atraentes, tanto em termos financeiros como operacionais. Surgindo ai um novo elemento na lista de benefícios oferecidos, a empresa de lazer e hotelaria RCI Resort Condominiums International, representada no país pela RCI Brasil Ltda, proporcionando-nos a possibilidade de usufruir de uma vasta rede hoteleira no Brasil e no exterior pelo sistema de intercâmbio de hospedagem que nos foi oferecido pelo promotor de marketing João Paulo Fernandes. Era a peça que faltava para completar o quadro de aparência ideal, perfeito em todos os seus aspectos. A presumida parceria da DRVC com a RCI nos induziu à ilusão de se tratar de um produto realmente extraordinário, flexível e vantajoso, denominado di Roma Trial composto de 2 (dois) certificados "Special Week" (7 dias cada um), um certificado "Last Minute", 1 (um) certificado que daria direito a 4 (quatro diárias) em qualquer hotel da rede di Roma, um certificado que daria direito a 3 (três) diárias em qualquer hotel da rede di Roma, 1 (um) certificado da hertz Brasil, um certificado Bônus RCI Travel e um certificado Desconto Disney e três diárias para duas pessoas em qualquer hotel do grupo diRoma. O imenso leque de opções de hospedagem agregado ao rol de facilidades, flexibilidade de reservas, custos atraentes e outras comodidades oferecidas, habilmente apresentadas pelos promotores de venda ali presentes, conferia à proposta vantagens tentadores. Ainda assim nos mostramos céticos, incapazes e dispostos a estudar a proposta com a necessária atenção e fazer posterior contato, se decidíssemos que seria adequado as nossas condições financeiras. Onde nos foi oferecido o parcelamento total do plano em 30 meses, em parcelas iguais no valor de R$ 199,30 (cento e noventa e nove reais e trinta centavos), sendo a 1 (uma) parcela debitada no cartão de crédito em e as demais com envio de boletos bancários todas de mesmo valor e sem reajuste, totalizando R$ 5.979,00 (cinco mil novecentos e setenta e nove reais). Mas essa condição, apresentada para nós como uma condição de caráter excepcional, teria que ser aceita e formalizada de imediato, pois seria válida somente naquele momento, perdendo o seu efeito caso a nossa decisão ficasse para mais tarde. Era pegar ou largar, segundo eles. Nítida pressão psicológica, mas que surte efeitos fulminantes. Confesso que diante de toda essa argumentação, exercida de modo extremamente hábil e profissional, somada à pressão do ambiente que nos rodeava, acabei por ceder, solicitando ao supervisor que lesse o contrato para mim, pois como fui abordado na piscina, estava sem meus óculos, então assinei o contrato de filiação denominado di Roma Vacation Club. Lembrando que todos os contratos fechados vinham seguidos de aplausos da equipe de consultores que circulavam entusiasticamente no ambiente, contagiando os demais sócios em potencial que lotavam a sala, os quais da mesma forma eram aos poucos vencidos pelos vendedores que os atendiam. Quando cheguei em casa tive tempo de ler cuidadosamente o contrato que havia assinado, e para minha surpresa percebi que o supervisor pulou algumas partes do contrato. Então começaram a despontar dúvidas sobre as reais condições de utilização do programa de férias compartilhadas, especialmente na parte referente ao uso das unidades gerenciadas pela empresa RCI. Fui informado que para utilizar os Hotéis/Resorts da RCI era necessário apenas efetuar um pagamento de R$800,00 (oitocentos reais) referente a taxa de associação a RCI e a taxa de manutenção. Desconfiado e temendo ter me comprometido com algo diferente do que me foi proposto e lido, liguei para a central e também para a Pousada do Rio Quente onde eu realmente estava interessado em conhecer, e descobrir que o valor é de no mínimo R$ 1.600,00 (mil e seiscentos reais), descobri também que no contrato constava "a partir” de R$ 800,00 (oitocentos reais). Passei a fazer uma pesquisa na Internet a respeito das empresas envolvidas no plano de férias. Qual não foi a minha surpresa e desalento ao tomar conhecimento de inúmeras queixas e reclamações formalizadas e até ações judiciais movidas contra essas mesmas empresas, tendo por base o exato tipo de lazer por mim contratado. O conteúdo das denúncias giravam em torno de diversos problemas, porém, basicamente o descumprimento dos contratos sob variadas formas. Ausência de vagas nos hotéis desejados, a necessidade de fornecer 3(três) opções de datas, sem garantia de reserva, e pressão psicológica para assinar o contrato, pois tanto a DRVC quanto a RCI teriam que verificar a disponibilidade de vagas, sistematicamente alegada pelas administradoras dos planos de férias, oferta de alternativas de hospedagem totalmente em desacordo com os termos contratuais, descaso com as solicitações e reclamações das partes prejudicadas, tentativa de cobrança de taxas e valores não pertinentes aos serviços contratados, taxa de serviço em valor superior ao contratado (dito pessoalmente) sendo estes apenas alguns dos absurdos que pude constatar. Diante dessa desanimadora realidade procurei, dentro do prazo estipulado pelo Código de Defesa do Consumidor, Lei nº 8078/90 no seu artigo 49, formalizar por escrito, via e-mail, a solicitação da imediata e irrevogável anulação do contrato por mim assinado e o cancelamento de todos os débitos vincendos vinculados ao mesmo, bem como a isenção total dos encargos financeiros e penalidades previstas no contrato e também o reembolso da primeira parcela paga. Pelo exposto, declaro-me arrependido, de pleno direito, por ter me comprometido precipitadamente com um empreendimento que não corresponde às minhas expectativas de utilização, como me faculta a citada lei. Aguardo um posicionamento dos responsáveis. Seguem abaixo alguns dados constantes do contrato em pauta para a sua perfeita caracterização: Contrato n°: 00338671/c069-01-001388, emitido em 31/03/2013 Prazo de contrato: 30 meses Aquisição de CERTIFICADO DE FÉRIAS DI ROMA TRIAL Cedente: ROMA EMPREENDIMENTOS E TURISMO LTDA, estabelecida à Rua São Cristovão, nº 1.110, bairro Solar de Caldas, Caldas Novas - GO - CEP 75.690-000 - CNPJ (MF): 03.465.317/0001-91 Cessionário: SANDRO ROBERTO RODRIGUES VIANA CPF: 282.472.133-20
Resposta da Empresa:
O diRoma Vacation Club esclarece que está em contato com o cliente para solucionar sua insatisfação.

Atenciosamente,
Departamento de Qualidade
diRoma Vacation Club
(64) 3455-9911
cac@drvc.com.br

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