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09 de agosto de 2018, às 19h04min
Realizada
Niterói - RJ

FALTA DE RESPEITO, DESCASO, DESÍDIA E NÃO PAGAMENTO DA INDENIZAÇÃO AO SEGURADO

Ocorre que sou Segurada da empresa Mongeral por meio de contrato estabelecido entre as partes. Efetuo o pagamento mensal no valor de R$ 208,00 (duzentos e oito reais), impreterivelmente dentro do prazo, em débito automático no dia 10 de cada mês.

No ano de 2017 fui acometida de uma patologia a qual ensejou em necessária intervenção cirúrgica e consequente afastamento das atividades laborais.

Recentemente em NOVA consulta médica de revisão, o médico optou por manter-me em tratamento regular, dando continuidade ao afastamento das atividades laborais.
O médico que me acompanha é ortopedista, especialista em mãos e punhos e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão. A doença é rara, específica e exige expertise e experiência de quem avalie.

No ato da solicitação da prorrogação de benefício, providenciei a documentação necessária para o pedido de prorrogação, encaminhei a Mongeral em 02 de Julho de 2018. Recebi a mensagem de confirmação dos documentos em 03 de Julho de 2018. Estabeleci contato telefônico, confirmando o recebimento e após demoradíssima análise (19 dezenove dias) e processamento dos documentos, novamente estabeleci contato telefônico com a Mongeral e informaram que eu seria submetida a perícia médica.

OCORRE QUE O MÉDICO QUE ME PERICIOU, DR. JORGE ALBERTO CAMPOS DE SOUZA, CRM/RJ 377300 NÃO É ESPECIALISTA EM MÃOS E PUNHOS, NÃO POSSUI EXPERTISE NA DOENÇA, POIS É MÉDICO GINECOLOGISTA CUJO CONSULTÓRIO MÉDICO ESTÁ LOCALIZADO EM SÃO GONÇALO, POIS ISSO FICOU NÍTIDO ENQUANTO CONVERSÁVAMOS, QUE ELE NÃO DETINHA CONHECIMENTO DA DOENÇA DE KIENBÖCK, QUE É UMA DOENÇA RARA. POIS SE DETIVESSE CONHECIMENTO PLENO, NÃO TERIA COMETIDO A ATROCIDADE DE ALEGAR QUE UMA PESSOA QUE FOI SUBMETIDA A PROCEDIMENTO CIRÚRGICO POR UM ESPECIALISTA EM MÃOS E PUNHOS, E POR RECOMENDAÇÃO DESTE MÉDICO, DEVE PERMANECER AFASTADA DE SUAS ATIVIDADES LABORAIS, EM TRATAMENTO ININTERRUPTO TERIA CONDIÇÕES FÍSICAS DE TRABALHAR.

FALTOU NÃO APENAS CONHECIMENTO, MAS O MÍNIMO DE BOM SENSO POR PARTE DO MÉDICO EM ADMITIR QUE NÃO SABIA DO QUE SE TRATAVA. MAS TANTO A SUSEP, QUANTO O CRM SERÃO COMUNICADOS DESSE FATO.

NA ÉPOCA DA PERÍCIA CONSULTEI A MONGERAL POR TELFONE PARA SABER SE O MÉDICO QUE ME AVALIARIA ERA ESPECIALISTA EM MÃOS E PUNHOS, DADAS AS CIRCUNSTÂNCIAS DA ESPECIFICIDADE DA DOENÇA E COMO SEMPRE, MENTIROSAMENTE AFIRMARAM QUE SIM.
EM CONTATO COM A PRESTADORA QUE REALIZARIA A PERÍCIA, CLÍNICA VISÃO MÉDICA, QUESTIONEI SOBRE O MEU CASO E A FUNCIONÁRIA DE NOME LUÍSA ME DISSE QUE NÃO HAVIA MÉDICO NAQUELA ESPECIALIDADE (MÃOS E PUNHOS).
PERCEBE-SE ASSIM, O NÍVEL DE IRRESPONSABILIDADE DA MONGERAL PARA COM SEUS BENEFICIÁRIOS.

ESTOU AFASTADA DAS MINHAS ATIVIDADES DE UMA FORMA GERAL, TOLHIDA DA MINHA VIDA E ROTINA, FAÇO TRATAMENTO MÉDICO 4 (QUATRO) VEZES NA SEMANA, SEM EMPREGO, SEM GERAR RENDA, OU SEJA, SEM RECEITA E UM MÉDICO, CUJA ESPECIALIDADE É GINECOLOGIA, QUE NUNCA ME VIU NA VIDA, NÃO ME ACOMPANHA E SEQUER DETÉM CONHECIMENTO DE CAUSA DA DOENÇA (DR. JORGE ALBERTO CAMPOS) SUPÕE QUE EU TENHA CONDIÇÕES DE TRABALHAR.

Fui submetida a perícia médica em 26 de Julho de 2018 e a empresa prestadora encaminhou o laudo médico a Mongeral, embora em contato telefônico a Mongeral não tivesse localizado o recebimento do documento. No ato, estabeleci contato com a prestadora Visão Médica, que confirmou o envio, comuniquei a Mongeral e mesmo diante do prazo para conclusão do processo ter expirado no dia 02 de Agosto de 2018, a Mongeral pediu mais 5 (cinco) dias para apreciação do pedido.
O NOVO prazo finalizou em 06 de Agosto de 2018, e em contato telefônico com a Mongeral para fins obter notícias sobre o andamento do processo, a atendente de nome Priscilla disse compreender a minha necessidade, meu afastamento das atividades laborais e a ausência de receita, mas pediu que eu tivesse paciência e aguardasse mais 5 (cinco) dias novamente. ESTANDO DOENTES, SOMOS TRATADOS COM DESCASO E FEITOS DE PALHAÇOS, [alterado automaticamente pelo denuncio]S.

DESESPERADA PARA PAGAR MINHAS CONTAS, POIS NÃO POSSUO MAIS UM TOSTÃO FURADO, estabeleci contato todos os dias com a Mongeral e a resposta foi sempre a mesma, que eu aguardasse pacientemente, e em cada ligação, um NOVO prazo de 5 (cinco) dias.

A questão é que a Mongeral não está me fazendo nenhum favor. O atraso se deu por responsabilidade exclusiva desta. Fui extremamente benevolente, cumpri com minha parte no contrato, providenciei a documentação necessária solicitada, não me opus, nem negligenciei quanto a perícia, o pagamento das mensalidades vem sendo debitado mês a mês em minha conta corrente regularmente, pois não há atrasos e prazo para reposta expirou em 02 de Agosto de 2018. Tenho responsabilidades e contas a pagar e contratei o seguro para me cobrir diante de tais necessidades e eventualidades.

APÓS MUITO INSISTIR POR UMA SOLUÇÃO, ME DERAM A RESPOSTA NEGATIVA DIZENDO QUE AS ALEGAÇÕES DO MEU MÉDICO ESPECIALISTA EM MÃOS E PUNHOS ERAM INVERÍDICAS, POIS EU NÃO PRECISO DE TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO MÉDICO REGULAR, POIS O DR. JORGE, GINECOLOGISTA, POSSUI MAIS EXPERTISE DO QUE O MÉDICO ORTOPEDISTA, ESPECIALISTA EM MÃOS E PUNHOS E ALEGOU EM SEU LAUDO QUE EU PODERIA PERFEITAMENTE TRABALHAR.

NO ATO DA PERÍCIA MÉDICA, COMUNIQUEI AO DR. JORGE QUE ME ENCONTRAVA NA CONDIÇÃO DE ESTUDANTE (FAZENDO NADA), POIS NÃO ESTOU PODENDO TRABALHAR FACE A DOENÇA E ELE SEM O MEU CONSENTIMENTO COLOCOU NA MINHA FICHA MÉDICA QUE EU ERA ADVOGADA, CONTRARIANDO O QUE EU HAVIA DITO, PARA JUSTIFICAR NO FUTURO UM LAUDO DESENCONTRADO DE SUA PARTE.

O MAIS INTERESSANTE É QUE ANTES, A DOENÇA GEROU INCAPACIDADE LABORATIVA E EU PERCEBI A INDENIZAÇÃO NORMALMENTE, E AGORA NUM SEGUNDO MOMENTO, EMBORA A PATOLOGIA SEJA A MESMA E AS CONSEQUÊNCIAS ADVINDAS DESTA TAMBÉM, APÓS SER PERICIADA POR UM GINECOLOGISTA, A DOENÇA DEIXOU DE GERAR INCAPACIDADE.

ESSA RECLAMAÇÃO É UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE DE REAVALIAREM O MEU CASO, POIS NA PRÓXIMA SEMANA ESTAREI AJUIZANDO MAIS UMA AÇÃO JUDICIAL, DENTRE TANTAS QUE A MONGERAL POSSUI, COM ABERTURA EM PARALELO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO CONTRA O MÉDICO QUE ME AVALIOU E NA SUSEP EM FACE DA MONGERAL PELO MESMO MOTIVO.

E EM CONTRAPARTIDA, COMO DA ÚLTIMA VEZ QUE SOLICITEI O BENEFÍCIO SE FIZERAM PASSAR POR MIM NA CLÍNICA DE IMAGEM, PROVIDENCIAREI A ABERTURA DE UM PROCEDIMENTO INVESTIGATÓRIO CRIMINAL, POIS NA ÉPOCA A MONGERAL NÃO FEZ NADA A RESPEITO, POR TEREM SEUS PRESTADORES, PROVAVELMENTE POR ORIENTAÇÃO DOS PRÓPRIOS, SE PASSADO POR MIM EM CONTATO TELEFÔNICO, USANDO UMA PREPOSTA PARA SOLICITAR EXAMES MÉDICOS A CLÍNICA, A FIM DE CONFRONTAR INFORMAÇÕES QUE EU JÁ HAVIA PRESTADO, TENDO EM VISTA QUE A SUPERVISORA DA CLÍNICA SE COLOCOU À DISPOSIÇÃO PARA TESTEMUNHAR A MEU FAVOR.

ESTOU DOENTE, COM PROBLEMAS DE SAÚDE, FRAGILIZADA E NÃO TENHO PORQUE PASSAR POR ISSO. CONTRATEI OS SERVIÇOS DA SEGURADORA PARA SER ASSISTIDA E SE NÃO O ESTOU SENDO, ESTA DEVERÁ SER RESPONSABILIZADA POR TODOS OS ATOS QUE COMETEU A MEU DESFAVOR.

DESDE O ATRASO INICIAL NO PROCESSAMENTO DOS DOCUMENTOS NO PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DO BENEFÍCIO, MENTIU QUANTO A DIZER QUE UM ESPECIALISTA ME AVALIARIA, FOI NEGLIGENTE POR COLOCAR UM GINECOLOGISTA PARA PERICIAR UMA DOENÇA TÃO ESPECÍFICA, ME ENROLARAM, DESACREDITARAM O MEU MÉDICO, ESPECIALISTA E MAIS A PRÁTICA DO [alterado automaticamente pelo denuncio] DE FALSIDADE IDEOLÓGICA. TUDO ISSO SERÁ NOTICIADO A SUSEP, imediatamente, pois não tenho mais porque aguardar mais tempo se não fui eu quem deu causa a tudo isso.

Cada hora criavam uma situação diferente. Da primeira vez quando a funcionária da prestadora se fez passar por mim em uma clínica para confrontar informações que eu já havia passado, a Mongeral telefonou, pedindo desculpas, pois sabia das consequências e da proporção que isso ocasionaria.

Dessa vez, com a demora na conclusão do processo e a negativa no pagamento permitiram que viesse à tona todos os seus erros praticados e eu com certeza não serei a única prejudicada face a falta de respeito, falta de consideração, desídia, descaso a mim, enquanto segurada. Se cumpro com a minha parte no contrato, o que espero é receber a contrapartida a contento. Do contrário ainda os responsabilizarei administrativa, civil e judicialmente.
Resposta da Empresa:
20 de outubro de 2018, às 12h27min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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