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10 de abril de 2012, às 15h03min
Realizada
São Paulo - SP

Motorista me ameaça com martelo diante da minha filha de 5 anos

Após feriado no Rio, eu, minha esposa Marcela e nossa filha Lia voltamos para São Paulo pela viação 1001. Acompanhou-nos minha mãe, residente no Rio, que veio passar uma semana conosco. Tínhamos 3 passagens leito e comprei posteriormente mais um assento executivo (os leitos haviam se esgotado), no mesmo ônibus (horário das 9:30, saindo de São Paulo, na segunda-feira 9 de abril de 2012). Optei por ir no assento executivo para que Lia ficasse com as duas. A cerca de uma hora da parada de Resende, o ônibus enguiçou. Após longa espera, parte dos passageiros foi realocada em um ônibus inteiramente de assentos leitos que parou (o nosso tinha apenas 6). Inicialmente, haviam mais de 20 assentos vagos, segundo o motorista, identificado no crachá como "Batista", e os passageiros foram entrando sem critério. Peguei nossas malas e disse que éramos um grupo de quatro onde se incluíam uma menina de cinco anos e uma senhora de 65. O motorista "Batista" disse que ainda haviam cinco lugares vagos (o carro era o de número 2800, linha Niterói-São Paulo, saído de Niterói às 10:30). Colocamos nossas bagagens no bagageiro, subimos e o ônibus prosseguiu conosco ainda em pé. Para nossa surpresa, só haviam três lugares vagos. Nossa filha teve que se revezar em nossos colos ao longo da viagem, sem conforto ou segurança, o que em nenhum momento foi uma opção nossa. Foi, sim, uma imposição traiçoeira, que não nos deu oportunidade de recusa. Mas o pior está por vir. Na parada de Resende (Graal), perguntei ao motorista Batista se ele poderia atestar perante a companhia que éramos quatro viajando em três lugares, para pedirmos de volta o valor de uma passagem. Dirigi-me a ele cordialmente, sem qualquer reclamação (por mais que fosse do meu direito). Ele foi se esquivando, dizendo que eu fosse ao guichê resolver isso. Respondi que entendia, mas perguntei novamente se ele poderia informar à empresa, pra não ficar só a minha palavra. Batista começou a ser ríspido, dizendo que eu esperasse outro ônibus ou me sentasse no pequeno banco que fica ao lado do banheiro, sem conforto ou segurança. Na terceira vez que ele disse que eu esperasse outro, eu disse a ele que eu tinha horário e que eu não era [alterado automaticamente pelo denuncio], na primeira vez em que falei mais ríspido, mas sem dirigir qualquer palavra agressiva ao motorista. Batista se exaltou e começou a me xingar, dizendo que eu não viajaria mais no ônibus "dele", insinuando que ele me fazia um "favor" ao me dar "carona". Respondi que ele não me fazia favor algum, que eu havia pago pela minha passagem para a 1001, neste ou naquele ônibus. O motorista já aparentava estar transtornado e berrava comigo. Jurava que eu não entraria mais em "seu ônibus". Outro motorista ("Medeiros") interveio, e Batista disse que eu o xingara, repetindo palavras de baixo calão que jamais pronunciei. o que se configura uma [alterado automaticamente pelo denuncio]. Disse firme que ele era um mentiroso, e Batista entrou no ônibus. Poucos segundos depois, saiu alucinado, com um enorme martelo de madeira (!) me ameaçando. Gritou que me arrebentaria e proferiu diversas ameaças, ameaçando-me fisicamente. Só não me agrediu porque foi contido por outros. Isso tudo, na frente da minha mãe, uma senhora de 65 anos, de minha esposa e de minha filhinha de cinco anos de idade. Um grupo do outro ônibus assistiu a tudo e se ofereceu para testemunhar contra o motorista. Peguei seus nomes e contatos. O motorista foi levado dali. O funcionário Agnaldo me abordou e disse que nós poderíamos almoçar e que ele ia ver a possibilidade de trocar o motorista, o que de fato foi feito - e nem poderia ser diferente, pois o motorista Batista simplesmente não tinha e nem tem quaisquer condições de dirigir. Agnaldo ainda garantiu que nós seríamos ressarcido ao chegar à rodoviária de São Paulo. Após mais algumas horas, lá chegando, procurei o guichê como me foi orientado. Foi-me oferecida uma nova passagem, o que recusei (1001, nunca mais). Por fim, ofereceram-me devolver o dinheiro da passagem mais barata, do assento executivo (a diferença é de cerca de $ 30,00). Argumentei que não achava justo, pois o que não nos foi dado foi o assento leito que pagamos à minha filha. Se eu fui também em um leito, o fiz por falta de opção, e é absurdo que me cobrem por isso (até porque nenhum outro passageiro pagou a mais pra entrar no ônibus leito). Foram inflexíveis e saí sem qualquer tipo de ressarcimento. Minha filha viajou solta no ônibus, desconfortavelmente, sem cinto de segurança, à nossa revelia. Nós, adultos, tivemos que revezá-la no colo, acabando com o nosso conforto. Ouvi desaforos, fui [alterado automaticamente pelo denuncio]do e ameaçado fisicamente por um motorista descompensado. Minha mãe, uma senhora de idade, teve que ver o filho ser ameaçado violentamente. Minha filhinha, que também presenciou tudo, está traumatizada e não queria de jeito nenhum entrar novamente naquele ônibus, nem voltar a viajar em outro. Em nenhum momento, recebi qualquer pedido de desculpas ou proposta de compensação por tudo o que passei. Apenas uma proposta de devolução da passagem não usada, e desfalcada de $ 30,00. Tomarei todas as medidas cabíves contra esses [alterado automaticamente pelo denuncio]s da empresa 1001, tanto na esfera judicial e policial como no meu empenho em divulgar esse relato, para o qual peço ajuda dos internautas.
Resposta da Empresa:
21 de maio de 2019, às 05h21min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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