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20 de novembro de 2017, às 23h34min
Realizada
Santo André - SP

Negligência ao cliente

Eu, MARCIO DOUGLAS FERREIRA SILVA, filho de ELEOTERIO FERREIRA DA SILVA, venho por meio desta, relatar o fato ocorrido com meu pai no dia 22/10/2017, por volta das 12:00hs, na COOP ? COOPERATIVA DE CONSUMO, localizada na Avenida Pereira Barreto, n.º 1286, Bairro Pinheirinho, Cidade Santo André/SP, com entrada de pedestre pela Rua Guarau.

Ocorre que, meu pai acidentou-se na rampa do estacionamento, no momento em que pegava um carrinho de compras, que estava alocado próximo à mencionada rampa, por consequência, veio a sofrer duas fraturas no tornozelo direito.

Caído ao chão, em dia chuvoso, sem qualquer auxílio do estabelecimento, ficou lá gritando sem conseguir levantar. Foi então que, uma pessoa com capa de chuva apareceu e o retirou da rampa, pois, ?estava atrapalhando a passagem?, vindo a colocar meu pai dentro da loja.

Não houve encaminhamento à enfermaria, não houve o acionamento do SAMU, sequer tentaram o contato com os familiares. A única opção oferecida foi a disponibilização do telefone da loja para que meu pai tentasse o contato comigo para socorrê-lo, pois, não conseguia o contato pelo celular.

Meu pai sempre foi trabalhador e atualmente é aposentado, sendo certo que, ainda trabalha para manter as necessidades da família e satisfação pessoal.

Por ser aposentado, não possui direito ao recebimento de auxílio doença, o que de imediato vem interferindo em sua vida social, financeira e psicológica. Além do mais, para uma pessoa que sempre foi trabalhadora, independente e ativa, ficar de repouso para recuperação de um acidente que não deu causa, gastando com despesas médicas e sem salário, é mais do que um mero aborrecimento.

Após a ocorrência, algumas testemunhas se ofereceram para levar o meu pai ao hospital, e neste instante, cheguei de carro junto com minha mãe. As única frase que os funcionários falavam a todo o momento foi: ?você é cooperado??.

Minha mãe, questionou os funcionários perguntando se já haviam solicitado apoio ao SAMU, recebendo a seguinte resposta: ?acho que chamaram?, revoltados com a situação e com medo de que algo pior ocorresse pela demora, fomos obrigados a levá-lo ao pronto socorro de forma imediata.

Ou seja, meu pai ficou jogado na rampa por cerca de 5min, foi colocado para dentro da loja apenas para não atrapalhar a passagem, aguardou auxilio por parte dos representantes, mas não houve qualquer atendimento.

Não é difícil imaginar o sofrimento e dor insuportável de um aposentado com 2 (duas) fraturas no tornozelo, com pressão alta, aguardando um mínimo de atenção e cuidado por mais de 30 minutos dentro de um estabelecimento com vários funcionários.

Somente após conseguir falar comigo e com minha mãe ele conseguiu o devido atendimento.

Retornei ao local questionando quais providências a Coop tomaria para minimizar os danos causados ao meu pai, o Sr. Douglas que se identificou como gestor do estabelecimento se prontificou a elaborar uma declaração de ocorrência, detalhando o acidente para que meu pai pudesse levar até o empregador e para que aguardasse as orientações. Deixei então o meu e-mail e telefone para o envio da declaração e dos procedimentos com relação ao ocorrido.

Porém, até o momento, não recebi qualquer retorno, fui obrigado então a retornar à loja, para cobrar o Sr. Douglas, que disse apenas: ?A declaração estava com tanta falha que descartamos?.

No geral, não é esta a postura que esperamos de um estabelecimento comercial, ainda mais com o tamanho e estrutura da COOP, sendo necessário o atendimento correto e o devido cuidado com os consumidores.

Após tirar fotos do local, foi possível constatar que, não há placa indicativa para conduzir o pedestre à rampa de acesso, sendo de fato necessário atravessar o estacionamento, onde sequer há faixa de pedestre no local de travessia, e ainda, o estabelecimento não conta com fiscal/segurança/auxiliar... ou qualquer outro funcionário ou meio para facilitar a condução do consumidor.

Caso esta reclamação sirva para auxiliar na resolução do problema, aguardaremos o contato do responsável no telefone (11)9.4792-4893, falar com a Fernanda Akemi.
Resposta da Empresa:
20 de outubro de 2018, às 07h25min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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