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06 de julho de 2012, às 20h04min
Realizada
Rio de Janeiro - RJ

Rescisão causada pela não prestação do serviço contratado - contrato 107-2159

Assinamos, eu e minha esposa, um contrato com a Royal Holiday dia 29/04/2011. Nosso lead é 874798. Passamos por todo o suplício que todos que já tiveram essa infeliz experiência passam (ficamos cerca de 4 horas ouvindo e sendo pressionados de todos os modos por uma equipe de vendedores num "coquetel" de onde saímos com fome e sede mais de meia noite com 3 crianças pequenas!). Quando cheguei em casa e pesei o que tínhamos contratado concluí que havia feito um mau negócio, mas ao menos minha esposa poderia ser poupada de todo o trabalho que tínhamos quando precisávamos viajar (temos 3 crianças...). 16 dias depois da assinatura do contrato recebemos uma ligação de Thatiana se apresentando como "nossa assessora de férias" dizendo estar "a plena disposição para programá-las com facilidade, rapidez, conforto, cordialidade e qualidade". Uau! Que ótimo! Ela enviou um e-mail naquele dia (15 de maio de 2011) nos passando todos os meios de contata-la e reafirmando que o que havíamos contratado era um serviço completo para viagens, assessorando em tudo (hospedagem, "locação de automóveis, emissão de bilhetes aéreos, transfer, assist card-seguro viagem, entre outros itens que facilitarão seu planejamento"). Minha esposa ficou muito empolgada e no dia seguinte recebemos opções de países e hotéis para a primeira viagem usando um brinde (Joypass). 3 dias depois minha esposa, já decidida, escolheu o lugar para essa primeira viagem de 3 dias (com o Joypass) e a segunda viagem que seria a viagem nas férias da família. Ela descreveu quem viajaria (casal com 2 crianças pequenas e um bebê), que coisas gostaria de fazer, e fez perguntas como se era preciso de visto para esse lugar e onde se faria esse visto, enfim, tudo o que se costuma perguntar quando se vai viajar em família e se está usando um serviço de agente de viagens. 48 dias após minha esposa ter enviado sua solicitação de um roteiro de viagens e informações sobre o processo de usar o que havíamos contratado de hospedagens e afins, recebemos uma mensagem, desta vez de um funcionário da Royal chamado Vinicius se apresentando como o "novo assessor de férias" como se não houvesse necessidade de explicações para o sumiço da Thatiana... Já estávamos há 69 dias na Royal e sequer havíamos conseguido um único roteiro de viagem! No mesmo dia enviamos para Vinicius a troca de emails que tínhamos feito com Thatiana pedindo para que ele respondesse as solicitações que fizemos a nossa "ex-assessora de férias". Trocamos mais algumas mensagens confirmando os nossos números de telefone e ficamos sem contato algum até dia 17 de agosto! Nós havíamos solicitado dois roteiros de viagem no dia 19 de maio de 2011 e praticamente 3 meses depois Vinicius (funcionário da Royal) nos envia uma mensagem informando que uma das cidades de para a qual queríamos viajar não havia aberto disponibilidade para a data que queríamos. Nada de roteiros de viagens, nada de respostas as nossas perguntas, nada do serviço que havíamos contratado e ao qual estávamos pagando corretamente. Dia 14/11/2011 novamente Vinicius enviou um email (exatamente igual ao que havia enviado em 6/07/2011), mas nada de responder as solicitações que havíamos feito. Finalmente no dia 7 de março de 2012, 11 meses após o mês que assinamos o contrato, Vinicius nos enviou um email avisando que em anexo havia um roteiro para uma das duas cidades que havíamos escolhido para viajar. Ao abrirmos o anexo que decepção! Era uma lista copilada sem qualquer organização, edição ou cuidado com um monte de bares, boates e eventos ligados a cidade para a qual queríamos viajar, e que nada tinha a ver com nossa família de casal com 2 filhos pequenos e um bebê. Ou seja, aquilo não era o roteiro feito para nós, e nem sequer era um roteiro de viagem. Era uma lista interminável de bares, boates e afins que poderia ser feita com conteúdo de internet. Isso foi o cúmulo do desrespeito! Estávamos sendo muito pacientes até aqui, mas essa foi a gota dagua. Reescrevemos o pedido de roteiro 16/05/2011 e enviamos ao Vinicius no mesmo dia (7/03/2012) desta vez, para facilitar incluímos apenas o pedido de um dos dois roteiros que havíamos pedido em maio do ano passado. Houve uma troca de mensagens em que ficava cada vez claro que Vinicius não conseguia memorizar que éramos uma família formada por um casal com 3 crianças pequenas e não conseguia ler e responder de forma alguma as mensagens de email que enviávamos. Então ligamos para falar com outra pessoa dia 22/03/2012, porque queríamos muito usar o serviço, e Gabriela nos atendeu. Enviamos para ela a troca de mensagem que tivemos com Vinicius e pedindo a ela que nos ajudasse a fazer um roteiro e respondesse as perguntas que fizemos ao Vinicius. E o que aconteceu? Nada. Nenhuma resposta, nenhum roteiro de viagem. Vinicius enviou uma mensagem pedindo que automatizassem o pagamento das parcelas dia 5/04/2012 a qual respondemos dois dias depois dizendo não querer fazer tal coisa, pedindo que nos enviasse por correio os boletos e avisando que queríamos cancelar o contrato. 23 dias depois de nossa resposta e quase uma ano após pedirmos pela primeira vez nossos dois roteiros de viagem, Vinicius no envia uma mensagem dizendo que estava nos devendo dois roteiros de viagem e ele mesmo se deu o prazo de envia-los no dia 2/05/2012. Dia 12/05/2012 enviamos ao Vinicius uma mensagem para avisá-lo que haviam passado 10 dias da data que ele mesmo se deu como prazo para enviar os roteiros prometidos. Já estávamos na Royal a mais de 1 ano e não havia mais o que se fazer. Por um ano eles não seguiram quebrando o contrato, através de seus representantes, não prestando o serviço contratado. Como foi a Royal quem deu causa a rescisão, ela deveria devolver o dinheiro que havíamos dado até aquele momento, acrescido da multa de 10% (da qual o contrato fala em sua 7a cláusula). O nosso pedido de descontinuação de contrato foi completamente ignorado. Dia 18/05/2012 Daiane nos ligou se apresentando como nossa "nova assessora de férias" como se nada estivesse acontecendo, como se não tivéssemos solicitado a descontinuação do contrato pela rescisão do mesmo causada pela não prestação de serviço por parte da Royal. Quando questionamos Daiane sobre Vinicius a mesma disse que "ele era realmente um consultor ruim, ele até foi retirado do setor" e alegou não ter acesso aos email dele. Apenas leu nosso pedido de rescisão, mas não havia entendido. Então nós enviamos a ela a nossa troca de emails com Vinicius e contamos o que havia acontecido até ali e que agora queríamos apenas a descontinuação do contrato. E ela não respeitou nosso claro pedido e passou a insistir de forma a incomodante que permanecêssemos desrespeitando a nossa vontade e demonstrando descaso com o sócio que estava cumprindo a parte que lhe cabia no processo. Pedimos reiteradas vezes que fossem realizados os procedimentos da rescisão por conta da não prestação de serviço por mais de 1 ano por parte da Royal. Falamos com Vivian, supervisora de Daiane, e esta disse que levaria o nosso pedido ao gerente André e que este levaria a um comitê que decidiria como proceder após analisar nosso caso. Isso foi dia 28 de maio. Daiane fez seu último contato propondo duas hipóteses de "acordos". Uma delas é que nós nos declarássemos culpado e pagássemos os 10% de multa, assim ela encerraria o contrato e ainda nos daria a "chance" de usar os pontos que pagamos por eles até ali numa viagem (viagem que estivemos tentando fazer por mais de um ano... e o que garantiria que seria feita agora?). A segunda hipótese era trocar nosso plano de 30 anos para um de 7 anos e não pagarmos nada além da anuidade. Mas, como já havíamos dito, o problema nunca foi o preço do plano ou o prazo de duração do contrato, o problema foi a simples incapacidade da empresa (na pessoa de seus representantes que lidaram conosco) de prestar o serviço. Nosso pedido é simples: 1-descontinuação do contrato por rescisão causada pelo descumprimento do mesmo pela Royal dado pela não prestação do serviço num prazo superior a um ano. 2-estorno dos valores que enviamos a Royal durante esse período em que tentamos, sem sucesso, usar os seus serviços. 3-pagamento da Royal da multa contratual (clausula 7) devida por quem deu causa a rescisão. Estamos considerando se devemos acionar o Ministério Público (afinal as leis brasileira estão sendo desrespeitadas de forma cabal), se devemos abrir um processo, se devemos contatar jornalistas, ou se devemos fazer as 3 coisas. Se houver um acordo amigável plausível podemos reconsiderar nossos próximos passos. Aguardamos o atendimento dos pedidos aqui feitos.
Resposta da Empresa:
16 de junho de 2019, às 03h26min
A empresa em questão ainda não se pronunciou sobre esta denúncia.

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