últimas notícias
  • Indenizações - 02 de setembro de 2014, às 10h31min
    A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) negou provimento a apelação cível interposta pela Oi S/A contra sentença da comarca de Mara Rosa que a condenou a pagar R$ 10 mil por danos morais a Weberson Rodrigues de Amorim. É que a operadora vendeu uma linha telefônica no nome dele, sem seu conhecimento, e ainda o negativou nos órgãos de proteção ao crédito. A votação, unânime, segue voto do relator, juiz Marcus Ferreira da Costa, em substituição no TJGO.
  • Inscrição Indevida - 06 de agosto de 2014, às 13h03min
    A Magazine Luiza S/A deverá pagar R$ 4 mil de indenização por danos morais para vítima que teve o nome cadastrado, indevidamente, no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e no Serasa. A decisão é do juiz substituto David Melo Teixeira Sousa, da Comarca de Assaré, distante 502 km de Fortaleza.
  • Indenizações - 01 de agosto de 2014, às 12h09min
    A empresa Ponto Frio – Globex Utilidades S/A foi condenada a pagar indenização de R$ 7 mil, por danos morais, para aposentada vítima de fraude. A decisão é da 6ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira.
  • Inscrição Indevida - 11 de julho de 2014, às 13h26min
    A 1ª Câmara de Direito Civil do TJ ampliou de R$ 12 mil para R$ 15 mil o valor da indenização por danos morais que uma empresa especializada em serviços de monitoramento de veículos pagará a um homem, que ficou 10 meses negativado injustamente. Consta dos autos que o consumidor empresário do litoral norte catarinense - recebeu a fatura mensal dos serviços e, um dia depois, recebeu outra com nova data, mas referente ao mesmo mês. Por orientação da prestadora de serviços, ele pagou a primeira delas na data indicada, mas, para sua surpresa, a segunda foi remetida para protesto e lá permaneceu por 300 dias.
  • Inscrição Indevida - 16 de abril de 2014, às 13h29min
    O juiz José Conrado Filho, da 1ª Vara Cível de Natal, condenou a Facex - Centro Integrado para Formação de Executivos a pagar a um aluno indenização por danos morais no valor de R$ 3,5 mil, acrecidos de juros e correção monetária, decorrentes da inscrição indevida do seu nome no SERASA.
  • Inscrição Indevida - 11 de abril de 2014, às 12h56min
    A 6ª Câmara de Direito Civil do TJ manteve decisão que negou danos morais pleiteados por uma igreja evangélica do interior catarinense, contrariada com sua inscrição no cadastro de maus pagadores, efetuado por uma empresa local, com quem garante não ter realizado qualquer transação comercial. O estabelecimento sustentou que a negativação da igreja ocorreu após vender e entregar um conjunto de poltronas pelo qual nada recebeu.
  • Indenizações - 24 de março de 2014, às 11h21min
    Uma jovem estudante será indenizada em R$ 15 mil após sofrer danos morais em relação contratual que firmou com uma empresa fotográfica para confeccionar seu álbum de formatura. Ela acertou o pagamento de forma parcelada, honrou com todas as mensalidades, mas, ao final, acabou surpreendida com sua inscrição no cadastro de maus pagadores – SPC e Serasa.
  • Indenizações - 07 de março de 2014, às 11h27min
    A operadora de telefonia Vivo S/A foi condenada a pagar indenização de R$ 3.390,00 por realizar cobrança ilegal e ainda inserir nome de cliente em órgãos de proteção ao crédito. A decisão é do juiz Leonardo Afonso Franco de Freitas, titular da 2ª Vara da Comarca de Barbalha, distante 503 km de Fortaleza.
  • Indenizações - 28 de fevereiro de 2014, às 10h47min
    O Banco Itaucard S/A foi condenado a pagar indenização de R$ 10 mil para empresária que teve o nome inscrito indevidamente no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa. A decisão é do juiz Luís Sávio de Azevedo Bringel, em respondência pela Comarca de Brejo Santo, a 500 km de Fortaleza. - See more at: http://www.tjce.jus.br/noticias/noticia-detalhe.asp?nr_sqtex=33431#sthash.uurPXoLL.dpuf
  • Indenizações - 21 de fevereiro de 2014, às 11h39min
    Um consumidor foi surpreendido com a informação que era devedor por compras efetuadas em uma rede de lojas do ramos da construção civil, o que lhe rendeu o nome na lista dos maus pagadores. Descobriu, ainda, que a origem do problema foi a aprovação de crédito, em seu nome, mas, forjado por terceiro, mediante fraude com seus documentos que estavam extraviados.

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