últimas notícias
  • Procedimentos Médicos - 21 de agosto de 2009, às 22h00min
    A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça manteve indenização por danos morais à paciente, no valor de R$ 13.950,00, a ser paga por odontólogo e prestadora de serviços da área da saúde.
  • Procedimentos Médicos - 21 de agosto de 2009, às 20h03min
    A 10ª Câmara Cível do TJRS majorou de R$ 30 mil para R$ 60 mil a indenização por danos morais que o Instituto de Patologias Ltda. deve pagar a consumidor de Porto Alegre. O laboratório foi condenado por culpa exclusiva no diagnóstico errado de doença grave e rara no autor ação. Por consequência do equívoco laboratorial, o homem foi submetido à cirurgia desnecessária para retirada da mandíbula e colocação de próteses substitutas.
  • Procedimentos Médicos - 21 de agosto de 2009, às 19h36min
    A 2ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça confirmou sentença da Comarca de Xanxerê e condenou o cirurgião plástico Fábio Portanova Barros ao pagamento de R$ 20 mil em indenização por danos morais e estéticos à paciente e modelo Adriane Franke Spilmann.
  • Procedimentos Médicos - 18 de agosto de 2009, às 15h42min
    O Estado terá que pagar indenização por causa de um erro no diagnóstico. Um doador de sangue recebeu a informação no Hemocentro de Mossoró que estaria com Hepatite “C”, fato que o deixou desnorteado, provocando seu afastamento do trabalho e do convívio social. Repetindo o exame dois meses depois em uma clínica particular, constatou que não estava com a doença.
  • Procedimentos Médicos - 18 de agosto de 2009, às 11h35min
    A família de paciente atendido em hospital público com precárias condições de funcionamento ganha indenização por danos morais. O desembargador Vivaldo Pinheiro, relator do processo, considerou a responsabilidade civil no atendimento ao paciente que faleceu aos 28 anos de idade por causa da má prestação do serviço por um médico negligente.
  • Procedimentos Médicos - 12 de agosto de 2009, às 21h49min
    À unanimidade, a Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso indeferiu recurso interposto por uma médica e por uma clínica localizada em Sinop e manteve decisão de Primeira Instância que as condenara ao pagamento de indenização por dano moral a uma paciente que sofreu dano estético no braço por conta do inadequado procedimento de remoção de um contraceptivo subcutâneo. No entendimento dos magistrados de Segundo Grau, a responsabilidade civil da clínica que cedeu suas instalações para o procedimento do qual resultou o dano é objetiva e não é necessário, portanto, comprovar a culpa (Recurso de Apelação Cível nº 88.610/2008).

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